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O incrível poder feminino da multiplicação dos dons

Foto: Arquivo pessoal
Mariane dá aula no curso Técnico em Estética, em Poços de Caldas

Foto: Arquivo pessoal
Jucelena no seu trabalho, em Coromandel

Foto: Arquivo pessoal
Marina apresenta trabalho cientìfico

Conheça o exemplo de três mulheres plurais que têm o Senac nas suas histórias de vida

Uma coisa de cada vez ou tudo ao mesmo tempo agora? Tanto faz... o que interessa é que, no mundo atual, muitas mulheres, para conquistar seu merecido espaço, precisam desdobrar-se em várias atividades. Haja tempo suficiente para serem empresárias, funcionárias, mães, filhas, avós, estudantes, esposas, namoradas, amigas, esportistas, artistas e o que mais quiserem ou precisarem ser. E tudo isso com competência, brilho e alegria, como é da característica feminina.

O Senac, enquanto espaço de aprendizado profissional, é recheado de mulheres com essas características. Um exemplo é a esteticista, depiladora, maquiadora, massagista e professora Mariane Cristina Santiago. Ela é orientadora do curso Técnico em Estética do Senac, instituição onde se formou aos 20 anos de idade, em Poços de Caldas. “Minha história com o Senac é antiga. Lá fiz meu primeiro curso e daí fui gostando e agarrando as oportunidades de trabalho e aprendizado que não pararam de surgir desde então”, relembra.

De espírito empreendedor e com apenas 26 anos de idade, Mariane é sócia em uma clínica, faz pós-graduação em Terapias Alternativas na Estética e encontra tempo e energia para atuar como tutora em uma faculdade em Poços de Caldas e ainda estudar Inglês aos sábados. E não acaba por aí: a esteticista dedica parte do seu tempo na decoração de seu apartamento, já que irá casar no meio do ano. “Eu gosto do que faço e é isso o que me motiva. Além do mais, todas as minhas atividades são voltadas para a estética, que é minha paixão. E isso facilita as coisas”, revela. 

Outro exemplo quem dá é Jucelena Alcides da Silva, 46 anos, que cursa Técnico em Enfermagem no Senac em Coromandel. Seu talento para a profissão chamou a atenção a tal ponto que, mesmo antes de terminar o curso, conseguiu um emprego como auxiliar de enfermagem no PSF Brasil Novo. “Já fui informada de que serei promovida assim que formar”, conta.

Só a conciliação do trabalho com os estudos já seria um desafio e tanto para Jucelena, mas ela ainda se desdobra como empresária na Jú Enxovais e como consultora da Tupperware. Ah, esqueci de contar: Jucelena também é mãe de dois filhos, esposa dedicada há 28 anos e avó do Eduardo Alexandre. O amor pelas pessoas, segundo ela, é o que a move para ter uma vida tão intensa. “Faço tantas atividades assim mais por prazer do que por necessidade”, diz. 

Assim como Mariane, Marina Alves de Oliveira, 50 anos, foi aluna do curso Técnico em Estética e de outros do Senac e também leva uma vida bem intensa. Na parte da manhã, cursa o último período da faculdade de Serviço Social na Universidade Federal de Uberlândia, em Ituiutaba. À tarde, trabalha como esteticista, profissão em que atua há quatro anos. À noite, mantém um emprego de 18 anos como atendente em uma funerária da cidade. Ela conta que os revezes da vida e o amor pelo conhecimento são os combustíveis que a movem. “Sou divorciada e tenho dois filhos, por isso tenho que me virar para dar conta das obrigações. Além disso, gosto muito de estudar, mas só tive oportunidade nos últimos anos”, conta.

Dedicada, Marina tem artigos publicados em revistas científicas e já apresentou trabalhos em congressos, inclusive internacionais. Como se não bastasse, cuida de oito cadelas que salvou das ruas. “A última que resgatei, inclusive, me deu um presente, pois está esperando filhotinhos”. Adepta de uma boa caminhada, quando sobra tempo, tem planos para iniciar uma pós-graduação assim que formar e vai habilitar-se para dar aulas de alfabetização para jovens e adultos. Deixar de fazer alguma coisa para começar outra? De jeito nenhum!!! Marina não pretende abrir mão de nenhuma das suas atividades, nem do seu emprego mais antigo. “Quero trabalhar na funerária até me aposentar. Não são todos que têm perfil para lidar com pessoas em momento tão difícil”, diz.